Uma vez me perguntaram se eu nunca havia sido assaltada, respondi que não, mas isso já faz um tempinho! Aí, a pessoa que me fez essa pergunta disse:
- Te acalma que um dia a tua hora vai chegar – então eu pensei:
“Vai rogar praga para outro! Eu heim!”.
Acontece que esse alguém não estava me rogando praga ou algo parecido. Apenas estava constatando um fato. Atualmente, o índice de criminalidade é tão alto que temos que apelar para todos os santos para voltarmos vivos para casa. Exageros a parte? Que nada! Estou sendo verdadeira e concreta, porque exemplos não me faltam!
Tenho um amigo que não morreu por pouco e isso só por que ele reconheceu um dos assaltantes. Ralado – o apelido dele é este – dirigia “tranquilamente” pelas ruas de Belém, quando foi abordado por um grupo de bandidos. Eles, armados, entraram em seu veículo e rapidamente “começaram a limpeza”. Porém, o espertinho do Ralado foi cair na besteira de dizer para um dos “colegas” que o conhecia de tal lugar. A partir daí vocês já sabem. O tal colega meteu uma bala em sua coxa, próxima a uma veia vital. Por pouco ele não se tornou mais uma vitima trágica da covardia e brutalidade que ronda nossa cidade.
O meu caso não foi “tão” grave assim! Eu apenas fui assaltada duas vezes em menos de uma semana. Apenas isso (...) Como aconteceu ou o que me levaram nem cabe comentar, já que chorar o leite derramado não ajuda em nada. Ficar se remoendo e alimentando sentimento de ódio chega a ser prejudicial apenas para quem foi paciente do delito, pois esses “infratores” não alimentam outro sentimento que não o da REVOLTA. Eles pouco se importam se vão nos matar ou não, se estão nos humilhando ou não, se aquele dinheiro que temos na bolsa é o único que nos resta para voltar para casa. Exageros a parte? Que nada! Daqui a pouco vamos ter que pedir autorização para sair na rua.
Não existe mais HORA SEGURA, LUGAR SEGURO; o perigo nos ronda a qualquer hora e em qualquer lugar. E a policia? Onde está ou estava quando se precisa/precisava dela? A verdade, é que não podemos contar além da capacidade de sua inércia e com muita boa vontade para fazer um b.o! E aguardar que o colega bandido se livre dos seus documentos para que VOCÊ – bom cidadão – não perca um dia inteiro sentado com a sua bunda em uma policia civil ou no lugar onde terá que tirar a sua segunda via daquilo que te pertencia. Já que de célere os órgãos públicos não tem nada!
Então, quem está errado? O governo que não investe em segurança (já que está ocupado de mais desviando verba), o colega bandido que não cria vergonha na cara para procurar um sustento digno (mas aí começa a ladainha que ele não teve oportunidade) ou nós? Que confiamos em um dia melhor? Isso tudo é uma bola de neve, todo esse ciclo vicioso (...)
sexta-feira, 26 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Amor Natural

A única coisa que desejo com esse meu próximo texto é a vontade de divulgar. Divulgar a inexatidão que o amor pode provocar, mas não esse amor bandido ou interino que anda por ai, que em verdade nem é amor (...) É só a vontade que as pessoas têm de dizer que amam e isso tudo só da boca para fora. Porém não as julgo, porque para muitos o amor ainda é pouco mesmo que venha em doses garrafais!
Apenas desejo simplificar o meu amor. Aquele que é bom e sincero. Meu amor de irmã. Neste momento não me refiro as minhas outras irmãs (três que mal tenho contato e uma que dorme ao meu lado), minha seta vai ao que mais se parece comigo, Lucas. O menino homem que já sabe que lágrimas podem ser de alegria ou de tristeza e que fica preocupado toda vez que vê uma – mesmo que tímida – dançando pelo meu rosto. Esse menino homem que não há muito tempo eu conseguia carregar no colo e agora é ele quem me carrega (não completamente, mas quase!), que quer saber a que horas eu vou chegar em casa, que trás o café da manhã para mim na cama e que o objetivo de vida não parece ser outro que não o de me infernizar a vida, fazendo cócegas e tudo que sua imaginação permitir!
Em muitos momentos eu sinto remorso, pois não soube ser uma irmã mais afetuosa quando Lucas ainda era um bebê. Recordo que uma vez, tentando fazê-lo dormir, dei uma “travesseiradinha” nele (devo ir pro inferno) e em menos de um segundo ele se calou, engoliu os lábios e as demais lagrimas escorreram por naturalidade! Ou quando ele me pedia para ensiná-lo a desenhar e eu não tinha paciência (ele aprendeu sozinho e desenha bem), embora deva admitir que, também, aprendi sozinha, sem uso de técnica ou algo do tipo. Na verdade, fui vendo, com o decorrer do tempo, que de todos os irmãos que tenho, ele é o que mais se parece comigo ou é o que mais influencio! Seu interesse pela musica, pela arte, pela leitura seguem as minhas mesmas linhas, ao menos de inicio, o que já ótimo, pois assim consigo passar um direcionamento para que depois ele opte entre o que acha melhor para si e jogue fora as inutilidades.
Agora que sou mais paciente, tento de alguma forma, corrigir a minha “selvageria” de anos atrás. Deixando ele mais tempo no computador, conversando sobre besteira, levando-o ao cinema, dando aquele trocadinho de vez enquanto. Mas nada disso faço com sacrifício, faço por interesse próprio. Fico bem se estou com ele. Passar algum ou todo o tempo ao seu lado me deixa feliz.
Em geral somos desligados, calmos, pacientes, confidentes, parceiros, ingênuos, ansiosos e confusos, então, amá-lo como irmão (o mais semelhante a mim) é muito fácil. Amor por naturalidade e, talvez, eu tenha descoberto isso assim que o vi pela primeira vez, só que ainda não enxergava. Sinto orgulho e alivio toda vez que ele pega mais um livro emprestado para ler. Orgulho de ele ser um menino bom e esperto e alivio por me convencer de que presto como irmã mais velha. Ah, sim! E por tentar dar um pouco mais de “educação convencional” a ele por brigar quando limpa a sua boca utilizando um pano de enxugar louça!
Queria fazer mais por ele. Dar logo o Playstation que tanto deseja ou um skate melhor, porém não é isso que o faz ficar mais próximo de mim. É apenas o seu amor. Aquele singelo e fácil amor entre a irmã mais velha e o mano que a admira e hoje sei que uma coisa é certa: Lucas é melhor que eu quando tinha sua idade. Ele cuida melhor do Pedro (meu irmão por afinidade) do que eu cuidava dele. Nossa! Pensar em tudo isso me causou nostalgia e um aperto, já que não é fácil admitir assim os nossos erros. E olhar para essa foto só me faz sentir saudade e crer que o bom nasce criança para depois o homem se fazer bom!
P.s: NÃO amo menos meus outros irmãos! Apenas fiz um texto especifico para este.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Cartas de um Filho ao seu Pai
Quando criança minha mãe dizia que meu pai era um grande soldado e que precisava defender o mundo dos caras maus. Logo, por esse motivo, ele não tinha muito tempo disponível para mim – seu filho de apenas seis anos – porém, me lembro que achei isso um máximo: o meu pai ser um herói! Então, decidi expressar o meu orgulho e admiração. Mesmo não sabendo muito na época o que essas palavras significavam.
A primeira carta:
“Pai, mamãe me contou da sua batalha, que o senhor luta contra caras maus e que por isso não tem tempo para me ver. Ela me explica tudinho e espero ver seu uniforme quando eu for para escola. Ela me disse que um dia o meu papai aparece por lá. Te amo muito”.
Logicamente, a carta possuía bem mais erros gramaticais, porém a essência era essa. Hoje, descobri uma coisa: não importa como você expressa o que sente. O importante é expressar. Não deixar que o tempo leve embora as oportunidades, pois tudo é veloz e imensurável! Porém meu pai não me respondeu a carta e nem foi me ver na escola. De fato, minha doce mãe lhe entregou as doze cartas que fiz no decorrer de um ano. Ela ia ao seu escritório e deixava na mão da secretaria as cartinhas feitas por mim e mais tarde sempre ligava para ele para saber se havia recebido. Ele dizia a ela:
- Respondo depois! – ele nunca respondia...
No meu aniversário de sete anos perguntei a ela o porquê do meu herói não vir a minha festa. Com um pouco de lagrimas nos olhos Alice – minha mãe – me respondeu:
- Uma vida de herói requer muitos sacrifícios e ele está com o coração partido por não poder te ver – creio que Alice teve engolir o resto do choro para não criar alarde. Foi aí que decidi escrever mais uma carta.
A 13º carta:
“Papai, mamãe me disse que o senhor está com o coração partido. Não queria fazer isso com você. Não queria quebrar o seu coração. Espero que no aniversário que vem ele esteja inteiro para me ver. Te amo”.
Continuei enviando cartas por mais três anos. Uma por mês. Até que completei dez anos e percebi que algo não se encaixava. Alice me dizia que ele pagava a pensão e que se preocupava com os meus estudos. Sempre perguntava se tirava boas notas na escola e a resposta era sim. Eu era um aluno aplicado, principalmente, em matemática e língua estrangeira. Sim, não existia mais aquele historia de soldado ocupado em salvar o mundo! Mas sim, um pai ocupado, precisando trabalhar para pagar as contas, então, pensei comigo mesmo: “se eu trabalhar papai vai ter mais tempo”. Logo, decidi cortar a grama dos visinhos; ensinar meus amiguinhos da escola com aulas extras; vender suco na rua, entre outras coisas que não me recordo agora. Por fim, quando achei que tinha dinheiro suficiente para pagar um dia dele ao meu lado escrevi outra carta. Ah, sim! Não contava mais quantas havia escrito.
Outra carta:
“Pai, hoje estou enviando o dinheiro que consegui trabalhando para que o senhor venha passar algum tempo comigo, pois sei que trabalha muito. Te amo”.
Alice levou como sempre a minha carta ao seu escritório, porém diferente das outras vezes, sempre quando voltava, ela não fingiu animo nem um sorriso largo nos lábios para me acalmar, pelo contrario, chorou até que seus olhos inchassem. Neste instante, soube que as minhas cartas não resolviam nada e que eu magoava a minha mãe pedindo a ela que as entregassem. Resolvi não escrever mais. O tempo passou e em um dia qualquer Alice me disse que da ultima vez que ela foi ao seu encontro meu pai havia dito o seguinte:
- Não deixe esse menino trabalhar por motivos banais. Quero que ele se forme e se torne um homem promissor. Não deixo faltar nada a ele, comida, roupa, excelente escola, jogos... tudo! Devolva esse dinheiro a ele e tome mais.
Neste mesmo dia perguntei a ela se ele possuía algum motivo a mais além do trabalho para não me ver. Alice não conseguiu justificar ou falar algo, certamente, nada nesse mundo justificaria isso, então, preferiu o silêncio a ofertar palavras vazias. Com vinte e dois anos estou me formando e indo morar longe daqui. Bem, no inicio eu ia fazer mestrado nos Estados Unidos. Estava tudo certo e minha adorável mãe era só orgulho, mas algo aconteceu. De manhã quando sai para comprar pão não vi que um carro avançou o sinal vermelho e agora, de repente, estou tendo essas lembranças! Vendo minha mãe, meus amigos e meu pai pela primeira vez!Não sei como sei que é ele, apenas sei. Estão todos de preto e suas faces vermelhas pelo choro. Ah! Não queria que eles estivessem assim. Eu estou tão bem! Realizei o meu maior sonho: ver meu pai e receber uma carta sua. Ela dizia:
Carta de uma pai ao seu filho!
“Não mereço seu perdão, mas o peço agora! Você foi e é o melhor filho que um pai poderia ter tido. Estou com o coração partido por você ter ido embora e eu ter falhado com você. Queria poder voltar no tempo e responder a sua primeira carta e todas as outras, mas não posso. Não sei se um dia vou me perdoar! Só queria dizer que sinto orgulho de você. Sua mãe sempre me dizia como você era um garoto bom e estudioso. Hoje sei que nada deveria ter me afastado de você, mas não pensei que fosse ir tão logo, tão cedo. Perdão meu filho, perdão!”
Porém agora tenho que ir! Vejo uma luz bonita me esperando e sinto que as minhas cartas foram válidas, pois sei que expressei o meu amor. A luz é agora e aqui!
O tempo é valioso para se perder bom bobagens e mesquinharias! Com medo e vaidade! Com grosseria e ganância! Com soberda e "desesperança" (...)
A primeira carta:
“Pai, mamãe me contou da sua batalha, que o senhor luta contra caras maus e que por isso não tem tempo para me ver. Ela me explica tudinho e espero ver seu uniforme quando eu for para escola. Ela me disse que um dia o meu papai aparece por lá. Te amo muito”.
Logicamente, a carta possuía bem mais erros gramaticais, porém a essência era essa. Hoje, descobri uma coisa: não importa como você expressa o que sente. O importante é expressar. Não deixar que o tempo leve embora as oportunidades, pois tudo é veloz e imensurável! Porém meu pai não me respondeu a carta e nem foi me ver na escola. De fato, minha doce mãe lhe entregou as doze cartas que fiz no decorrer de um ano. Ela ia ao seu escritório e deixava na mão da secretaria as cartinhas feitas por mim e mais tarde sempre ligava para ele para saber se havia recebido. Ele dizia a ela:
- Respondo depois! – ele nunca respondia...
No meu aniversário de sete anos perguntei a ela o porquê do meu herói não vir a minha festa. Com um pouco de lagrimas nos olhos Alice – minha mãe – me respondeu:
- Uma vida de herói requer muitos sacrifícios e ele está com o coração partido por não poder te ver – creio que Alice teve engolir o resto do choro para não criar alarde. Foi aí que decidi escrever mais uma carta.
A 13º carta:
“Papai, mamãe me disse que o senhor está com o coração partido. Não queria fazer isso com você. Não queria quebrar o seu coração. Espero que no aniversário que vem ele esteja inteiro para me ver. Te amo”.
Continuei enviando cartas por mais três anos. Uma por mês. Até que completei dez anos e percebi que algo não se encaixava. Alice me dizia que ele pagava a pensão e que se preocupava com os meus estudos. Sempre perguntava se tirava boas notas na escola e a resposta era sim. Eu era um aluno aplicado, principalmente, em matemática e língua estrangeira. Sim, não existia mais aquele historia de soldado ocupado em salvar o mundo! Mas sim, um pai ocupado, precisando trabalhar para pagar as contas, então, pensei comigo mesmo: “se eu trabalhar papai vai ter mais tempo”. Logo, decidi cortar a grama dos visinhos; ensinar meus amiguinhos da escola com aulas extras; vender suco na rua, entre outras coisas que não me recordo agora. Por fim, quando achei que tinha dinheiro suficiente para pagar um dia dele ao meu lado escrevi outra carta. Ah, sim! Não contava mais quantas havia escrito.
Outra carta:
“Pai, hoje estou enviando o dinheiro que consegui trabalhando para que o senhor venha passar algum tempo comigo, pois sei que trabalha muito. Te amo”.
Alice levou como sempre a minha carta ao seu escritório, porém diferente das outras vezes, sempre quando voltava, ela não fingiu animo nem um sorriso largo nos lábios para me acalmar, pelo contrario, chorou até que seus olhos inchassem. Neste instante, soube que as minhas cartas não resolviam nada e que eu magoava a minha mãe pedindo a ela que as entregassem. Resolvi não escrever mais. O tempo passou e em um dia qualquer Alice me disse que da ultima vez que ela foi ao seu encontro meu pai havia dito o seguinte:
- Não deixe esse menino trabalhar por motivos banais. Quero que ele se forme e se torne um homem promissor. Não deixo faltar nada a ele, comida, roupa, excelente escola, jogos... tudo! Devolva esse dinheiro a ele e tome mais.
Neste mesmo dia perguntei a ela se ele possuía algum motivo a mais além do trabalho para não me ver. Alice não conseguiu justificar ou falar algo, certamente, nada nesse mundo justificaria isso, então, preferiu o silêncio a ofertar palavras vazias. Com vinte e dois anos estou me formando e indo morar longe daqui. Bem, no inicio eu ia fazer mestrado nos Estados Unidos. Estava tudo certo e minha adorável mãe era só orgulho, mas algo aconteceu. De manhã quando sai para comprar pão não vi que um carro avançou o sinal vermelho e agora, de repente, estou tendo essas lembranças! Vendo minha mãe, meus amigos e meu pai pela primeira vez!Não sei como sei que é ele, apenas sei. Estão todos de preto e suas faces vermelhas pelo choro. Ah! Não queria que eles estivessem assim. Eu estou tão bem! Realizei o meu maior sonho: ver meu pai e receber uma carta sua. Ela dizia:
Carta de uma pai ao seu filho!
“Não mereço seu perdão, mas o peço agora! Você foi e é o melhor filho que um pai poderia ter tido. Estou com o coração partido por você ter ido embora e eu ter falhado com você. Queria poder voltar no tempo e responder a sua primeira carta e todas as outras, mas não posso. Não sei se um dia vou me perdoar! Só queria dizer que sinto orgulho de você. Sua mãe sempre me dizia como você era um garoto bom e estudioso. Hoje sei que nada deveria ter me afastado de você, mas não pensei que fosse ir tão logo, tão cedo. Perdão meu filho, perdão!”
Porém agora tenho que ir! Vejo uma luz bonita me esperando e sinto que as minhas cartas foram válidas, pois sei que expressei o meu amor. A luz é agora e aqui!
O tempo é valioso para se perder bom bobagens e mesquinharias! Com medo e vaidade! Com grosseria e ganância! Com soberda e "desesperança" (...)
Será que Mulher sofre?
Uma vez li um texto que recebi no meu email que dizia por que os homens deveriam pagar a conta. Os motivos eram os seguintes:
- Mulher compra um vestido novo para sair;
- Faz depilação, sobrancelha, unha (pé e mão);
- Compra uma nova calcinha e larga aquela nada sexy, porém confortável para sair;
- Passa o dia sem comer para dar naquele vestido, etc.
Enfim, eram muitos os motivos que justificavam o porquê que o homem deveria pagar a conta. Não é que eu seja adepta dessa “teoria”, pelo contrário, tenho uma mente mais liberal e acho justo que a mulher pague a conta as vezes, porém nunca a do motel! O que gostaria de expor aqui é o quanto a mulher sofre! Com as mais variadas situações. Vida de mulher não é fácil! Abaixo vai uma historinha para entendermos melhor:
Ana Luisa acorda de manhã bem cedo para iniciar sua jornada matinal. A essa altura ela ainda está com aquelas olheiras terríveis por ter ficado até duas da manhã ligada no MSN esperando aquele gatinho aparecer, porque disse que apareceria, mas ele não apareceu! Ana se adianta e liga a chapinha para deixar seus cabelos lisos e comportados, então, vai para a geladeira decidir entre o yogurte light e a vitamina de maçã. Tudo isso para se manter magra. Após ter tomado café ela começa a sessão chapinha quente logo pela manhã e dessa vez não se queima, porque já adquiriu prática. Coloca sua roupa sem pensar duas vezes, pois na madrugada ela teve tempo suficiente para escolher a roupa com que iria trabalhar por ter esperado o gatinho na net. Depois de ter feito toda a sua assepsia e produzido o seu própria make up ela segue para a parada de ônibus! O que? Mas que horror! Por quê ela vai de ônibus para o trabalho se com vinte e quatro anos ela já é formada e concursada? Por que ela ajuda a pagar as contas da casa, da escola do seu irmão mais novo e está economizando para fazer aquela lipo-escultura (sabe se com a reforma gramatical não sei se isso ainda se escreve assim!), continuando, Ana Luisa caminha até a parada com aquele salto quinze de pin-up e saia justa preta cintura alta. Ela neste momento sentiu-se a Angelina Jolie, mas sem aqueles olhos verdes e aquilo tudo de tatuagem, então, decidi fazer aquele charme ao jogar o cabelo para o lado por que vê um deus grego passar em uma Ranger (mesmo sendo peliculado). O seu cabelo voa para o lado e aí... o vento o trás de volta com uma força atroz e o bate contra sua face, pregando seus fios capilares no gloss cor de rosa! Ela fica desorientada e não enxerga uma elevação na rua (Belém não foi feita para mulher andar de salto) e tropeça, mas não! Ela não cai! Só abre uma fenda enorme em sua saia – sabe-se Deus lá como! – e fica na dúvida se volta para casa ou vai direto para o trabalho, entretanto agora ela acha melhor não se atrasar e continua seu caminho. Na parada, esperando o seu “bonde” passa um velho em um carro e para bem ao seu lado, com rosto do “esmigou”, diz:
- Gostei das coxas! – para todo mundo que está ao lado dela ouvir! Mas Ana Luisa é uma garota calma e está decidida que o restante do seu dia será tão promissor quanto foi o inicio da manhã, porque ainda tem a parte que ela apanha o ônibus lotado e chega suando em seu local de serviço, mas isso fica para o próximo texto!
Bem, de fato, nem todas as mulheres passam por esse tipo de situação, pelo menos, não todas elas, nem na mesma ordem que eu descrevi, porém em algum instante alguém deve ter se identificado. Será que mulher sofre? Comentem ;)
- Mulher compra um vestido novo para sair;
- Faz depilação, sobrancelha, unha (pé e mão);
- Compra uma nova calcinha e larga aquela nada sexy, porém confortável para sair;
- Passa o dia sem comer para dar naquele vestido, etc.
Enfim, eram muitos os motivos que justificavam o porquê que o homem deveria pagar a conta. Não é que eu seja adepta dessa “teoria”, pelo contrário, tenho uma mente mais liberal e acho justo que a mulher pague a conta as vezes, porém nunca a do motel! O que gostaria de expor aqui é o quanto a mulher sofre! Com as mais variadas situações. Vida de mulher não é fácil! Abaixo vai uma historinha para entendermos melhor:
Ana Luisa acorda de manhã bem cedo para iniciar sua jornada matinal. A essa altura ela ainda está com aquelas olheiras terríveis por ter ficado até duas da manhã ligada no MSN esperando aquele gatinho aparecer, porque disse que apareceria, mas ele não apareceu! Ana se adianta e liga a chapinha para deixar seus cabelos lisos e comportados, então, vai para a geladeira decidir entre o yogurte light e a vitamina de maçã. Tudo isso para se manter magra. Após ter tomado café ela começa a sessão chapinha quente logo pela manhã e dessa vez não se queima, porque já adquiriu prática. Coloca sua roupa sem pensar duas vezes, pois na madrugada ela teve tempo suficiente para escolher a roupa com que iria trabalhar por ter esperado o gatinho na net. Depois de ter feito toda a sua assepsia e produzido o seu própria make up ela segue para a parada de ônibus! O que? Mas que horror! Por quê ela vai de ônibus para o trabalho se com vinte e quatro anos ela já é formada e concursada? Por que ela ajuda a pagar as contas da casa, da escola do seu irmão mais novo e está economizando para fazer aquela lipo-escultura (sabe se com a reforma gramatical não sei se isso ainda se escreve assim!), continuando, Ana Luisa caminha até a parada com aquele salto quinze de pin-up e saia justa preta cintura alta. Ela neste momento sentiu-se a Angelina Jolie, mas sem aqueles olhos verdes e aquilo tudo de tatuagem, então, decidi fazer aquele charme ao jogar o cabelo para o lado por que vê um deus grego passar em uma Ranger (mesmo sendo peliculado). O seu cabelo voa para o lado e aí... o vento o trás de volta com uma força atroz e o bate contra sua face, pregando seus fios capilares no gloss cor de rosa! Ela fica desorientada e não enxerga uma elevação na rua (Belém não foi feita para mulher andar de salto) e tropeça, mas não! Ela não cai! Só abre uma fenda enorme em sua saia – sabe-se Deus lá como! – e fica na dúvida se volta para casa ou vai direto para o trabalho, entretanto agora ela acha melhor não se atrasar e continua seu caminho. Na parada, esperando o seu “bonde” passa um velho em um carro e para bem ao seu lado, com rosto do “esmigou”, diz:
- Gostei das coxas! – para todo mundo que está ao lado dela ouvir! Mas Ana Luisa é uma garota calma e está decidida que o restante do seu dia será tão promissor quanto foi o inicio da manhã, porque ainda tem a parte que ela apanha o ônibus lotado e chega suando em seu local de serviço, mas isso fica para o próximo texto!
Bem, de fato, nem todas as mulheres passam por esse tipo de situação, pelo menos, não todas elas, nem na mesma ordem que eu descrevi, porém em algum instante alguém deve ter se identificado. Será que mulher sofre? Comentem ;)
terça-feira, 16 de março de 2010
O livro de Eli
Tanto os que acreditam em Deus como os que não acreditam compartilham da mesma água e do mesmo plano terrestre, mas não compartilham da mesma filosofia e das dúvidas. Brigo todos os dias com Deus, porque imensas são as minha duvidas!
Para quem não crê em Deus o “livro de Eli” é um prato cheio para argumentações/ especulações. Muitos dirão: “está vendo só? A religião só cria intrigas”; “se Deus existe por que ele permite toda essa desordem e desgraça no mundo?”; “a bíblia não é confiável!”. Esse filme me fez pensar essas coisas também. E olha que eu acredito em Deus, como acredito que a esperança é realmente a ultima a morrer, pois se dissesse acredito em Deus como acredito nas árvores (exemplo pratico por ser tangível) que existe nesse mundo muito provavelmente teria que voltar atrás! Porque existirá um tempo que a nossa terra não será mais do jeito que a conhecemos, de certo que não estarei mais viva para ver isso!
Essa historia conta a busca de um homem no meio do deserto por um lugar onde ele possa perpetuar o conteúdo mantido em um livro. Nesse período, ele conhece outro homem que pretende se utilizar do poder investido nesse mesmo livro para dominar as demais pessoas que ainda habitam certa cidade. Ambos sabem o que esse livro uma vez foi capaz de fazer; a influencia que ele exerce sobre a sociedade, então, começa a luta e o derramamento de sangue. Pessoas morrem, outras são humilhas e toda a integridade física e moral que habitava no mundo parece ter se perdido. E apenas esse homem tenta de todas as formas possíveis devolver a paz que já não existe mais, pois a finalidade que ele vê nessa quadrado com capa dura e com folhas amarelas, desgastadas é uma visão que vêem do coração.
O livro é a bíblia e o homem que luta por sua busca incansável chama-se Eli. Imaginei o quanto é doloroso e angustiante andar sem rumo e combatendo pessoas que não possuem mais um discernimento humano. Que se Deus realmente existisse não pediria a um único filho que carregasse toda carga, que não deixaria tantas pessoas que vivem hoje morrer apenas de fome, implorando por um pedaço de pão, já que dizem: “infinita é a sua misericórdia”. Porém o filme trata da fé e da esperança, a de apenas um homem! E percebo que no fim sua satisfação foi única e infinita. E quanto a nós? Que assistimos convenientemente em nossos sofás as mais diversas atrocidades através de uma tela? Ou não precisamos ir longe! Eu mesma não preciso! Se vi com os meus olhos um doente de DST em seu estagio quase terminal. Será o meu piedoso de Deus o culpado de tudo? Se dizem: “ELE está em todos os lugares a todo tempo”. De fato, não crer no Senhor parece ser mais flexível e inteligente às vezes. Assim, a raça humana estaria fadada ao seu próprio caos e soberba. Porém, minhas dúvidas não terminam aqui e nem nas religiões e dogmas!
Dizem que se caso não houvesse nenhuma religião Deus seria apenas um fruto das mentes criativas e interesseiras que habitaram logo os primeiros anos de uma raça mais racional, entretanto que bom que existiram as mentes criativas e que ruim que muitas delas quiseram matar por interesse egoísta. As mentes criativas surgiram para um condão de dar as pessoas no que elas podem acreditar ou não, pois pensem: se nunca tivesse existido nenhuma religião e logo Deus não existisse. No que os que não crêem em Deus não iriam crer? Ou debater ou mitigar? Na sua descrença e teoria! De onde surgiriam?
A mim foi dada essa oportunidade e se digo hoje que acredito em Deus não é por religião e sim pela fé e esperança. A mim também foi dada a sabedoria de respeitar a visão dos que não enxergam igual, pois a diferença é o que nos faz mais humanos! E sob esse prisma ( de acreditar em Deus), digo: não há diferença entre nós, não somos piores ou melhores do que ninguém. Se você se corta e sangra, também, sangrarei. Se você nasceu e um dia estará a dez palmos do chão, um dia, também, estarei. Não é por que se crê ou não que as coisas serão diferentes, pois hoje sei: “infinita é a sua misericórdia”.
Tentei expor minha visão com respeito, mas estou adepta a ouvir controvérsias ;) abraços!
Para quem não crê em Deus o “livro de Eli” é um prato cheio para argumentações/ especulações. Muitos dirão: “está vendo só? A religião só cria intrigas”; “se Deus existe por que ele permite toda essa desordem e desgraça no mundo?”; “a bíblia não é confiável!”. Esse filme me fez pensar essas coisas também. E olha que eu acredito em Deus, como acredito que a esperança é realmente a ultima a morrer, pois se dissesse acredito em Deus como acredito nas árvores (exemplo pratico por ser tangível) que existe nesse mundo muito provavelmente teria que voltar atrás! Porque existirá um tempo que a nossa terra não será mais do jeito que a conhecemos, de certo que não estarei mais viva para ver isso!
Essa historia conta a busca de um homem no meio do deserto por um lugar onde ele possa perpetuar o conteúdo mantido em um livro. Nesse período, ele conhece outro homem que pretende se utilizar do poder investido nesse mesmo livro para dominar as demais pessoas que ainda habitam certa cidade. Ambos sabem o que esse livro uma vez foi capaz de fazer; a influencia que ele exerce sobre a sociedade, então, começa a luta e o derramamento de sangue. Pessoas morrem, outras são humilhas e toda a integridade física e moral que habitava no mundo parece ter se perdido. E apenas esse homem tenta de todas as formas possíveis devolver a paz que já não existe mais, pois a finalidade que ele vê nessa quadrado com capa dura e com folhas amarelas, desgastadas é uma visão que vêem do coração.
O livro é a bíblia e o homem que luta por sua busca incansável chama-se Eli. Imaginei o quanto é doloroso e angustiante andar sem rumo e combatendo pessoas que não possuem mais um discernimento humano. Que se Deus realmente existisse não pediria a um único filho que carregasse toda carga, que não deixaria tantas pessoas que vivem hoje morrer apenas de fome, implorando por um pedaço de pão, já que dizem: “infinita é a sua misericórdia”. Porém o filme trata da fé e da esperança, a de apenas um homem! E percebo que no fim sua satisfação foi única e infinita. E quanto a nós? Que assistimos convenientemente em nossos sofás as mais diversas atrocidades através de uma tela? Ou não precisamos ir longe! Eu mesma não preciso! Se vi com os meus olhos um doente de DST em seu estagio quase terminal. Será o meu piedoso de Deus o culpado de tudo? Se dizem: “ELE está em todos os lugares a todo tempo”. De fato, não crer no Senhor parece ser mais flexível e inteligente às vezes. Assim, a raça humana estaria fadada ao seu próprio caos e soberba. Porém, minhas dúvidas não terminam aqui e nem nas religiões e dogmas!
Dizem que se caso não houvesse nenhuma religião Deus seria apenas um fruto das mentes criativas e interesseiras que habitaram logo os primeiros anos de uma raça mais racional, entretanto que bom que existiram as mentes criativas e que ruim que muitas delas quiseram matar por interesse egoísta. As mentes criativas surgiram para um condão de dar as pessoas no que elas podem acreditar ou não, pois pensem: se nunca tivesse existido nenhuma religião e logo Deus não existisse. No que os que não crêem em Deus não iriam crer? Ou debater ou mitigar? Na sua descrença e teoria! De onde surgiriam?
A mim foi dada essa oportunidade e se digo hoje que acredito em Deus não é por religião e sim pela fé e esperança. A mim também foi dada a sabedoria de respeitar a visão dos que não enxergam igual, pois a diferença é o que nos faz mais humanos! E sob esse prisma ( de acreditar em Deus), digo: não há diferença entre nós, não somos piores ou melhores do que ninguém. Se você se corta e sangra, também, sangrarei. Se você nasceu e um dia estará a dez palmos do chão, um dia, também, estarei. Não é por que se crê ou não que as coisas serão diferentes, pois hoje sei: “infinita é a sua misericórdia”.
Tentei expor minha visão com respeito, mas estou adepta a ouvir controvérsias ;) abraços!
quinta-feira, 11 de março de 2010
O relógio do Tempo
Tic tac corre sem pensar Tic tac corre sem parar Tic tac você não tem o controlo Tic Tac do que acontecerá!
Enquanto muitos pensam em coisas tais como: dinheiro, sexo, esporte, drogas, comida, estética, carros e assim por diante; passo a maior parte do meu tempo pensando no tempo, curioso não? Poise, talvez seja algo que ainda precise ser desmitificado, mas enquanto isso não acontece creio que seja necessário dizer/escrever o que o tempo tem feito a respeito!
Mas a respeito de que? De mim ou da sociedade?
A resposta é de ambos! Já que metade do que somos realmente se mistura com metade do que as outras pessoas são. Somos uma infinidade de pontos misturada em uma massa grudada e isso é inevitável e indubitável! Se algum dia algo tiver que acontecer vai acontecer. É, eu realmente acreditava mais em livre opções ou livre arbítrio como dizem por ai. Porém, o tempo tem me mostrado grandes verdades e ele não é bondoso ao fazê-las. Isso ocorre com muitas pessoas, como as que nascem tão pobres que não tem o que comer, as que nascem enfermas, as que nascem em um cenário caótico e de dor. Essas pessoas estão famintas de compaixão e o tempo ainda tem me mostrado que grande porcentagem das pessoas não se importa com isso, porém isso já era verdade antes mesmo que eu existisse.
E como esse tempo influencia cada pessoa e como a proporção é dividida? Se para cada atitude que temos uma equação final será apresentada no futuro mais próximo ou mais distante. Não é justo não podermos calcular esse problema!
Um dia sai de casa sem vontade, mas o fiz para ajudar uma amiga a sair com uma pessoa. Nesse local reconheci alguém, que havia visto nesses sites na net. Já fazia mas ou menos um ano que conhecia esse alguém dessa forma, virtualmente. Nesse dia tive certeza. Existe uma conexão! Mais tarde nos falamos e passamos algum tempo juntos, porém o tipo de ligação que pensei existir não era real e ele se apaixonou por outro alguém. Na verdade, eu fui o elo de ligação entres os dois! O tempo me fez refletir sobre isso e pensar onde errei, entretanto não há erro. Quando uma coisa tem que acontecer ela acontece! É mais simples e racional do que nos podemos imaginar. É mais seco e frio e entre essas meias verdades continuo me fortalecendo. Vendo que o tempo é ainda mais cruel com outras pessoas e que o meu relógio pode até estar desajustado e atrasado com o de alguns que caminham por aí, mas que ele ainda me dá oportunidade de revidar, de ganhar mais um dia, de perseguir os meus objetivos.
O relógio do tempo é complexo, incompreensível e insano, porém acima de tudo é inevitável!
Enquanto muitos pensam em coisas tais como: dinheiro, sexo, esporte, drogas, comida, estética, carros e assim por diante; passo a maior parte do meu tempo pensando no tempo, curioso não? Poise, talvez seja algo que ainda precise ser desmitificado, mas enquanto isso não acontece creio que seja necessário dizer/escrever o que o tempo tem feito a respeito!
Mas a respeito de que? De mim ou da sociedade?
A resposta é de ambos! Já que metade do que somos realmente se mistura com metade do que as outras pessoas são. Somos uma infinidade de pontos misturada em uma massa grudada e isso é inevitável e indubitável! Se algum dia algo tiver que acontecer vai acontecer. É, eu realmente acreditava mais em livre opções ou livre arbítrio como dizem por ai. Porém, o tempo tem me mostrado grandes verdades e ele não é bondoso ao fazê-las. Isso ocorre com muitas pessoas, como as que nascem tão pobres que não tem o que comer, as que nascem enfermas, as que nascem em um cenário caótico e de dor. Essas pessoas estão famintas de compaixão e o tempo ainda tem me mostrado que grande porcentagem das pessoas não se importa com isso, porém isso já era verdade antes mesmo que eu existisse.
E como esse tempo influencia cada pessoa e como a proporção é dividida? Se para cada atitude que temos uma equação final será apresentada no futuro mais próximo ou mais distante. Não é justo não podermos calcular esse problema!
Um dia sai de casa sem vontade, mas o fiz para ajudar uma amiga a sair com uma pessoa. Nesse local reconheci alguém, que havia visto nesses sites na net. Já fazia mas ou menos um ano que conhecia esse alguém dessa forma, virtualmente. Nesse dia tive certeza. Existe uma conexão! Mais tarde nos falamos e passamos algum tempo juntos, porém o tipo de ligação que pensei existir não era real e ele se apaixonou por outro alguém. Na verdade, eu fui o elo de ligação entres os dois! O tempo me fez refletir sobre isso e pensar onde errei, entretanto não há erro. Quando uma coisa tem que acontecer ela acontece! É mais simples e racional do que nos podemos imaginar. É mais seco e frio e entre essas meias verdades continuo me fortalecendo. Vendo que o tempo é ainda mais cruel com outras pessoas e que o meu relógio pode até estar desajustado e atrasado com o de alguns que caminham por aí, mas que ele ainda me dá oportunidade de revidar, de ganhar mais um dia, de perseguir os meus objetivos.
O relógio do tempo é complexo, incompreensível e insano, porém acima de tudo é inevitável!
quarta-feira, 10 de março de 2010
As versões serão melhores?
Que atire a primeira pedra quem não gosta de música!!!
Alguém atirou?
Creio que não! Ainda estou para conhecer a pessoa que vai virar e dizer: “não gosto de música”.
Música é realmente algo sobrenatural. Ela está em todos os cantos: comercias, novelas, series, filmes e, principalmente, como trilha sonora de nossas vidas. Existe uma em particular que gosto bastante e chama-se ne me quitte pás da Maisa (e devo dizer que amei a versão que a Maria Gadú canta. Ah! Sim, meu texto trata-se justamente disso! De versões!), pois bem, fora essa que não ficou “tão” diferente da original gostaria de enfatizar outras músicas que ganharam versões e ficaram bem interessantes.
Então, logo de cara vou citar o rei das versões, Adam Lambert. Acho que a maioria das pessoas não conhece o que esse cara é capaz de fazer. Tendo vindo de um programa de talentos originário dos USA, ele pega uma música mas ou menos ou que já era muito boa e a transforma com a sua voz incomparável. Se alguém ainda estiver com dúvidas vejam esse vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=QveAv4dNes0
E assistem o antigo para fazerem comparações. Um detalhe em particular, não achava que ele fosse fazer sucesso, devido a sua “roupagem”antiga, porém agora tenho absoluta certeza que ele vai ganhar o mundo. Fiquei encantada com o seu novo single, Whatya want from me. Ele está diferente e extremamente talentoso!
Outra versão da qual gostei foi da música chiclete Poker Face da Lady Gaga. Na sua roupagem rock e fiquei meio tentada a dizer se a versão não tivera ficado melhor, talvez seja por que eu goste de rock, porém não criticaria essa cantora que além de ter uma excelente voz, compõe suas músicas, toca piano e tem uma proposta diversificada das demais cantoras. Também vai o link da vídeo com a versão e outro da música Umbrella da Rihanna que além de ter ficado bem legal, ficou extremamente cômico!
http://www.youtube.com/watch?v=RlwBZu916qI
http://www.youtube.com/watch?v=TvC6VS4Np4U
Se as versões são melhores ou não eu não sei! Mas de fato não é nada atraente desmerecer quem as compôs e as trouxe para o mundo real, dando a todos a oportunidade de ouvir boa e até má música. O bom é que temos a oportunidade de escolher entre tantas opções até as versões!
Ahhhh .... não poderia esquecer de outra música que ficou diferente e interessante em outra versão. Kris Allen canta Heartless lindamente. Ouçam a original de Kanye West e enjoy =)
Alguém atirou?
Creio que não! Ainda estou para conhecer a pessoa que vai virar e dizer: “não gosto de música”.
Música é realmente algo sobrenatural. Ela está em todos os cantos: comercias, novelas, series, filmes e, principalmente, como trilha sonora de nossas vidas. Existe uma em particular que gosto bastante e chama-se ne me quitte pás da Maisa (e devo dizer que amei a versão que a Maria Gadú canta. Ah! Sim, meu texto trata-se justamente disso! De versões!), pois bem, fora essa que não ficou “tão” diferente da original gostaria de enfatizar outras músicas que ganharam versões e ficaram bem interessantes.
Então, logo de cara vou citar o rei das versões, Adam Lambert. Acho que a maioria das pessoas não conhece o que esse cara é capaz de fazer. Tendo vindo de um programa de talentos originário dos USA, ele pega uma música mas ou menos ou que já era muito boa e a transforma com a sua voz incomparável. Se alguém ainda estiver com dúvidas vejam esse vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=QveAv4dNes0
E assistem o antigo para fazerem comparações. Um detalhe em particular, não achava que ele fosse fazer sucesso, devido a sua “roupagem”antiga, porém agora tenho absoluta certeza que ele vai ganhar o mundo. Fiquei encantada com o seu novo single, Whatya want from me. Ele está diferente e extremamente talentoso!
Outra versão da qual gostei foi da música chiclete Poker Face da Lady Gaga. Na sua roupagem rock e fiquei meio tentada a dizer se a versão não tivera ficado melhor, talvez seja por que eu goste de rock, porém não criticaria essa cantora que além de ter uma excelente voz, compõe suas músicas, toca piano e tem uma proposta diversificada das demais cantoras. Também vai o link da vídeo com a versão e outro da música Umbrella da Rihanna que além de ter ficado bem legal, ficou extremamente cômico!
http://www.youtube.com/watch?v=RlwBZu916qI
http://www.youtube.com/watch?v=TvC6VS4Np4U
Se as versões são melhores ou não eu não sei! Mas de fato não é nada atraente desmerecer quem as compôs e as trouxe para o mundo real, dando a todos a oportunidade de ouvir boa e até má música. O bom é que temos a oportunidade de escolher entre tantas opções até as versões!
Ahhhh .... não poderia esquecer de outra música que ficou diferente e interessante em outra versão. Kris Allen canta Heartless lindamente. Ouçam a original de Kanye West e enjoy =)
terça-feira, 9 de março de 2010
Por 2 x Na minha Vida!
Desde que me entendo por gente tento trilhar um caminho correto! Eu disse tento, efetivamente, eu mais erro que acerto...
E me pergunto se poderia ser melhor. Eu, como pessoa! E seria isso que se denominaria de crise existencial? Creio que não, pois sei o que quero para mim e principalmente sei quem sou. Sim, eu sou o centro do meu universo, embora deva admitir que esse universo fique escuro de mais às vezes e eu de alguns passos a mais ou a menos por onde eu não sabia!
Se tenho uma visão romântica do mundo e espero algo maior de mim e das pessoas, talvez, devesse mudar, mas isso me mataria e morrer agora não faz parte dos meus planos(...)
Por duas vezes na minha vida ofendi duas pessoas de que gosto, mesmo elas me dando motivos para não gostar, mas gostei por naturalidade, assim como precisamos respirar! Por duas vezes foi com palavras e por duas vezes isso me machucou por dentro! Provavelmente, ninguém entende os meus motivos, mas basta que eu entenda!
Uma coisa é certa, todos, absolutamente, todos, tentam se defender de algo que não lhes faz bem, não por ser ruim por completo, pelo contrario, no meu caso, eu peco por excesso de amor!
Um amigo meu me disse (Tony):
- pow Lorena, você só gosta de caras errados!
- ninguém escolhe isso – disse a ele.
E me pergunto se poderia ser melhor. Eu, como pessoa! E seria isso que se denominaria de crise existencial? Creio que não, pois sei o que quero para mim e principalmente sei quem sou. Sim, eu sou o centro do meu universo, embora deva admitir que esse universo fique escuro de mais às vezes e eu de alguns passos a mais ou a menos por onde eu não sabia!
Se tenho uma visão romântica do mundo e espero algo maior de mim e das pessoas, talvez, devesse mudar, mas isso me mataria e morrer agora não faz parte dos meus planos(...)
Por duas vezes na minha vida ofendi duas pessoas de que gosto, mesmo elas me dando motivos para não gostar, mas gostei por naturalidade, assim como precisamos respirar! Por duas vezes foi com palavras e por duas vezes isso me machucou por dentro! Provavelmente, ninguém entende os meus motivos, mas basta que eu entenda!
Uma coisa é certa, todos, absolutamente, todos, tentam se defender de algo que não lhes faz bem, não por ser ruim por completo, pelo contrario, no meu caso, eu peco por excesso de amor!
Um amigo meu me disse (Tony):
- pow Lorena, você só gosta de caras errados!
- ninguém escolhe isso – disse a ele.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Uma prévia de Angelique e Samantha:
Ao que me parece, grandes histórias de amor necessitam de um tempero essencial e não me refiro a algo bom e gostoso, obviamente, todo o inicio é bom ou quase sempre! Como um relacionamento que já começa sendo proibido, pelo menos aos olhos da sociedade. Refiro-me sim ao tempero das discussões, intrigas, ciúmes, traições, pois parece que as pessoas estão determinadas a gostarem daquilo que não é convencional, permitido ou sadio! E mais ainda (...) as pessoas gostam de ver/ler o sofrimento alheio prosseguido de um final feliz ou de uma mensagem de vida, inteiramente, impactante! E eu como uma escritora que me faço ou almejo ser estou me propondo a impactar e emocionar com o meu segundo “livro” – ponho entre parênteses para chamar atenção, já que infelizmente não sei se vou conseguir publicá-lo – mas isso é outra história!
Minha próxima tentativa de passar algo que de certa forma vejo e sinto envolve um amor não convencional. A paixão envolvente e intrigante entre Angelique (de origem francesa) e Samantha (uma jovem fotografa), que além de serem mal vistas pela sociedade devido a sua opção sexual, também, são alvo de criticas quando umas delas começa a transparecer a sua dependência por drogas e como se tudo isso não bastasse, o rumo do romance delas muda bruscamente quando um novo personagem entra na história! A baixo vai um trecho do prefacio! Espero que gostem:
- O meu único vício era o beijo dela – respondi a pergunta encostada na parede, aparentemente, limpa. O assistente social me perguntara se eu compartilhava da dependência de drogas com Angelique. Ele não tirava os olhos de mim. Sua pele era tão negra quanto os seus olhos; e sua voz era tão calma quanto a de uma criança. Eu, por vez, não tirava meu campo de visão de minhas mãos, mantendo minha costa relaxada na parede e meus cabelos compridos cobrindo quase que por completo o meu rosto.
Minha próxima tentativa de passar algo que de certa forma vejo e sinto envolve um amor não convencional. A paixão envolvente e intrigante entre Angelique (de origem francesa) e Samantha (uma jovem fotografa), que além de serem mal vistas pela sociedade devido a sua opção sexual, também, são alvo de criticas quando umas delas começa a transparecer a sua dependência por drogas e como se tudo isso não bastasse, o rumo do romance delas muda bruscamente quando um novo personagem entra na história! A baixo vai um trecho do prefacio! Espero que gostem:
- O meu único vício era o beijo dela – respondi a pergunta encostada na parede, aparentemente, limpa. O assistente social me perguntara se eu compartilhava da dependência de drogas com Angelique. Ele não tirava os olhos de mim. Sua pele era tão negra quanto os seus olhos; e sua voz era tão calma quanto a de uma criança. Eu, por vez, não tirava meu campo de visão de minhas mãos, mantendo minha costa relaxada na parede e meus cabelos compridos cobrindo quase que por completo o meu rosto.
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