ClikMais.net

Morena

Morena

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Sem Título

Hoje de manhã alguém me disse: “ a natureza da pessoa só muda com a força de Deus” e eu pensei mentalmente: “é verdade”.
O meu amor por maior que seja não vai mudar algo que está além do meu alcance. Eu posso ajudar, compartilhar, orar pelo bem do outro, porém sou a única produtora da minha felicidade e o outro é o único responsável por aquilo que planta. Eu não conheço a verdade absoluta, não chego nem perto disso, mas tudo o que posso saber sobre o amor está cravado dentro de mim. Nasci com o discernimento de optar por aquilo que me faz feliz sem pisar, moralmente, em ninguém. A verdade sobre o amor está além da minha humanidade ínfima neste plano, entretanto a respeito daquilo que posso atingir sei que a justificativa que faço dos erros alheios ou dos meus não me engrandecem nem voltam no tempo. Certas palavras solidificam-se, igualmente, uma muralha. E se eu senti a minha derrota ou que perdi o que podia ter, apesar de toda minha ignorância, petulância, imaturidade, posso saber que só vale a pena amar, quando o outro também quer o seu amor. Nada pode ser tão certo ou tão errado assim, porém o mais complicado é deixar a venda sobre os olhos e enxergar claramente que aquilo que tanto queres pode não ser o melhor pra você. Seja por que não é tempo, seja pela venda que colocastes em si mesmo, ou por que o Senhor não deseja assim, pois nada está fora do seu alcance. As aprovações são postas e as benções também. O amor é uma benção é não um fardo pesado para alguém que só queria amar. Creio que todos querem amar, entretanto raros humanos sabem o significado do amor na pratica terrena. Ame a si mesmo e ao próximo e a Deus em primeiro lugar!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Tua armadura dura

Dedos incessantes por sabor, não me encontrou? Para que sustentar uma calúnia?
E confundir tudo a sua volta com esse ardor? Dedilha mentira ou talvez seja verdade
És assim... Todo inconstante e ousado. Pode até não parecer, mas até quis mais
Vira a esquerda, trás para frente, engata desconfiado e insolente
Revira do avesso, pega meu revesso, retira do meu corpo suor e calafrios
Sublima em arrepios.

E se não consigo penetrar na tua armadura, passo quente e queimo tudo antes do fim.
Pesado é para mim pezar que fostes assim. Não tema meus medos. Não tenho preconceitos
Enalteça só minhas veias, elas rezam por ti, elas exaltam tua costa, tua armadura dura
Que não me deixou passar.

E se não consigo falar ou pegar tudo que mereço, passo ligeiro e vaporizo tudo antes do fim.
Toque meu lábios e talvez ainda não me deseje. Desejar pouco te sustentou.
E mesmo sabendo do começo quis tentar até o final, e ele acabou nesse endereço
Entre sons vazios.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Não me deixes Pai!

Ele era um menino de apenas dez anos. O que ele sabia sobre a vida? Possivelmente nada ou não muito mais que uma pessoa que tivesse nascido um dia antes. Porém ele vivia com sua irmã, já não tinha mais mãe, avós ou avôs, e restava-lhe ainda o pai. Este, por sua vez, não parava em casa, porque tinha que trabalhar em dois turnos, não que o ‘pai’ se importasse com isso. Não, não se importava. Comprar os remédios do seu filho paralítico não lhe exigia nenhum sacrifício. Sua irmã, também, levava uma vida agitada entre a vida estudantil, domestica e alguns trabalhos eventuais, e o menino vendo tudo aquilo, vendo sua família tão comprometida com a vida, e ele em uma cadeira de rodas sem poder fazer muita coisa, fazia ele voar alto em seus sonhos.

O menino deseja ser um príncipe, pois achava esnobe se intitular rei, mas um príncipe poderia ter um castelo e uma mesa farta para confortar seus entes queridos. Um príncipe é nobre e forte, entretanto aventurei e amável. Sendo um príncipe, o menino poderia dar tudo o que sua família quisesse, ele não seria ‘deficiente’, pois príncipes não o são! Mas como bom menino ele sempre se oferecia a ajudar sua irmã em casa, mesmo que ela negasse sua ajuda. Ele pilotava até a pia e lavava uma louça quando não estivessem olhando ou cobria sua mana com um cobertor quando ela tivesse desmaiado de tanto cansaço. Ele era bom, principalmente, de coração. Sua ‘deficiência’ era ínfima tamanho o seu coração.

Mas a vida levará embora em um dia qualquer, desses nublados, que ninguém percebe, alguém muito especial. Ele desenhava um dos seus contos, enquanto seu pai já não suportava mais a dor. O pai já se encontrava doente há algum tempo, porém com as suas limitações não pôde se cuidar. O pai achava que ia se curar. Momentos antes de sua partida ele ouvirá o menino dizer: “pai, não me deixes... Ainda não te mostrei meu conto” e o pai respondeu: “verei do céu”.

Na rua, sua irmã o levava ao medico, quando ele parou em frente a uma banca de revista e disse: “eu gosto dessa revista! Podemos levar?” sua mana, constrangida e com o coração apertado disse apenas: “não” e ele devolveu a revista ao vendedor, dizendo: “um dia faço uma dessas pro papai ver lá do céu, de lá é mais bonito”. É verdade, um menino assim não sabe muito sobre a vida, porque esta se tornou abominável, sórdida a cada dia, a cada violência, e desumanidade. Pessoas assim não sabem nada sobre a vida!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Fica preso na minha Língua.

Os momentos destroem e revigoram. Alguns desejei não ir embora.
Por mais tarde que fosse, quis essa demora.
Permeti alguns surtos entre nós dois. Mas tudo se foi.
Tentei não querer tanto um abraço teu. Teus braços em volto do meu.
Queria te sufocar por mais um minuto tênue, não, mas que mentira!
Queria esbravejar por que não me agarraraste. Não me levaste contigo!
Queria que ainda que mentirosos os teus olhares, fossem verdade.
Queria sentir teu cheiro, por mais distante que estivesse de mim.
Mas tudo se foi...
Aquele momento entre a imensidão e todas as palavras passam a nossa frente.
E calam-se os fracos, talvez, convinientes!
Os segundos fugiram apressados. Fugiram impacientemente.
E tudo aquilo que quis por para fora, ficou preso aqui
No escuro, foi apenas um murmuro!
Entre nós dois petreficou só a memória... E tudo se foi.
Tudo que quis te dizer apagou-se no sereno da aurora,
Escorregou na enseada do mar,
Dançou para outros compasos dançar...
Fica preso na minha língua: o amor que quis te dar, porque falar não poderia ser dito
Não haveria palavras!
Fica preso na minha língua: o segundo que quis te dar, todos virando horas, dias, meses, anos
Até quando o tempo achar.
Fica preso na minha língua: o teu doce sabor, que um dia se apagará!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Foste apenas mais uma criança que apareceu em minha vida, precisando trocar as fraldas.

Sabe quando você é o tipo da pessoa que por mais sacaneada que seja não diz o tipo de coisa: “não quero mais saber de ninguém! Vou aprontar! Liberar geral!”. Não? Você é exatamente o tipo de pessoa que diz isso? Tudo bem, porém eu não sou assim. E ontem à noite levei um tapa no meu rosto sem que os dedos da mão alheia encostassem nele. E ainda assim me sinto motivada a não sacanear, aprontar geral ou ‘liberar geral’! Mas, dessa vez, como das outras vezes, o “man” conseguiu me fazer acreditar em sua conduta, comportamento, palavras (...)

Na faculdade já havia percebido seus olhares, porém tudo mundo se olha em algum lugar! Depois de algum tempo os olhares se tornarem insistentes e aquilo, realmente, me chamou a atenção. Decidi, então, retribuir com outro lance de olhares. Olhadinha ali, charminho aqui e pingo! Uma noite ele veio até mim e se apresentou – pensei comigo mesma: “nossa! Isso sim é atitude” – passamos a conversar, nos adicionamos nas redes sociais virtuais, e naturalmente ficamos. No começo achei que ele estava, verdadeiramente, interessado por vários motivos, entretanto o maior deles foi quando eu deixei claro que não queria mais ficar por que não queria me magoar e o “man” disse para continuarmos, para tentarmos (...)

Nesse meio tempo dei meu voto de confiança, mas aqueles benditos sinais começaram a surgir: ZONA DE PERIGO! São sinais de que apenas você está compartilhando sentimentos e de que o “man” só está ‘curtindo com a sua cara’. Olha só como sou ingênua: tentei segurar a mão dele uma vez na faculdade e ele a puxou imediatamente – ZONA DE PERIGO – liguei em um final de semana e me disse estar doente, prontamente, me ofereci a ir a sua casa para cuidar e lhe dar atenção. Disse que não precisava, que sua casa era longe – ZONA DE PERIGO – e na faculdade nossos amigos começaram a encarnar, falando quando nos beijaríamos em público e o “man” ficava calado – ZONA DE PERIGO – enfim, fui levando até que o intimei a ter uma conversa para esclarecer as coisas e ele? Nada! – ZONA DE PERIGO – qual é sua tolinha? Não percebeu que ai tem?

Paramos de ficar, deixei algum tempo passar, aguardei alguma atitude dele, até que pensei com os meus botões: “será que não deveria EU fazer algo? Dar um abraço apertado nele e deixar essas besteiras e comentários alheios de lado, porque afinal de contas estava com saudades dele. Estava com saudade do seu cheiro, do jeito que falava, ainda mais quando me chamava de ‘cara’ e eu o encarnava, estava com saudade, principalmente, dos seus braços, dos seus abraços”. Então ta! Voltei a ligar, chamava no MSN, e ontem à noite iria roubar um beijo, queria dar uma de menina doida e surpreende-lo, porém quem foi surpreendida fui eu! Ouvi a amiga dele dizer: “ei, sossega que o teu lance é com a _______”. Traduzindo sua burrinha: ele já está ficado com outra sabe Deus desde quando, e aquele papo de vamos tentar, quero continuar com você foi só mais um clichê dos “mans” que necessitam fazer alguém de otário. Foste apenas mais uma criança que apareceu em minha vida, precisando trocar as fraldas.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Um sonho de Liberdade.

Um sonho de liberdade é um filme, então, caso ainda não tenha visto eu o recomendo a você, porém não por ser apenas um excelente filme, mas por que exite ali uma das melhores mensagens que vi! A história escrita por Stephen King se passa quase toda em uma cadeia e conta a experiência do bancário Andy Dufresne neste lugar, onde faz uma grande amizade com Ellis Boyd Redding. Em muitos momentos da trama pensei que Andy fosse desistir (não vou antecipar os motivos, pois espero que você ainda veja o filme e se surpreenda) e que fosse se contentar com a sua realidade, dura, difícil quase impossível de suportar! Porém, ele demonstrou que a esperança é um dos melhores e mais forte sentimos que devemos preservar... Às vezes na vida você não tem muito com o que se agarrar; nem amor, nem família. Tudo o que você tem ou tinha some bem a frente dos seus olhos... Pode ser que seja um emprego, um ente querido ou até um namorado/a e isso pode até parecer pouco diante de tanta desgraça que existe, mas ninguém deseja, aqui, minimizar seus sofrimentos.

Todos os dias acordamos e nos deparamos (caso você também assista o jornal matinal ou leia as notícias logo pela manhã) com depoimentos de mães, pais que perderam filhos e suas casas em inundações, em acidentes e assim segue a lista, e vemos a maneira com que eles choram e às vezes nem isso, porque não existem palavras que preencham suas bocas tamanha a dor que sentem, porém, quase sempre, no final do depoimento eles dizem:
"Vou reconstruir tudo. Só quero justiça. Vou lutar mais uma vez, etc."

E você ainda pensa em desistir dos seus sonhos? Sabe, em alguns momentos também penso... Mas não deve existir nada maior que eu mesma que me faça desistir. É certo que algumas coisas são complicadas demais, mas sempre há coisas pelas quais você realmente pode e deve lutar por mais árduo que seja o caminho... Pode ser que seus planos não sejam iguais aos meus, entretanto quero fortificar a mensagem de "um sonho de liberdade", lute! Lute pela sua liberdade, seja ela qual for. Seja sua independência financeira, emocional, química, física, psicológica! Lute e de você também o se grito de liberdade, pois no final valerá e muito a pena!

sábado, 18 de setembro de 2010

Em pensar que dessa vez seria você.

Por que é errado entregar seus sentimetos logo de cara?

Essa é apenas eu tentando demostrar parte de mim...

Por que deveria fazer charme e fazer crescer qualquer outro tipo de sofrimento?

Se estou apenas tentanto te fazer carinho e mostrar outro caminho...

Não é irritação. Não é agitação. É minha ansia e isso não é errado.

Se te desejei e demonstrei essa parte,

Que te quis abraçar,

Que te quis beijar,

Que quis passar uns miséros segundos,

Que quis sufucar essa vontade,

Que quis um sussuro teu,

Que quis apenas de ver dormir,

pois isso parecia mais que toda a verdade presente aqui...

Por que é errado amar e mostrar que paixão é bom?