Dedos incessantes por sabor, não me encontrou? Para que sustentar uma calúnia?
E confundir tudo a sua volta com esse ardor? Dedilha mentira ou talvez seja verdade
És assim... Todo inconstante e ousado. Pode até não parecer, mas até quis mais
Vira a esquerda, trás para frente, engata desconfiado e insolente
Revira do avesso, pega meu revesso, retira do meu corpo suor e calafrios
Sublima em arrepios.
E se não consigo penetrar na tua armadura, passo quente e queimo tudo antes do fim.
Pesado é para mim pezar que fostes assim. Não tema meus medos. Não tenho preconceitos
Enalteça só minhas veias, elas rezam por ti, elas exaltam tua costa, tua armadura dura
Que não me deixou passar.
E se não consigo falar ou pegar tudo que mereço, passo ligeiro e vaporizo tudo antes do fim.
Toque meu lábios e talvez ainda não me deseje. Desejar pouco te sustentou.
E mesmo sabendo do começo quis tentar até o final, e ele acabou nesse endereço
Entre sons vazios.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
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