Os momentos destroem e revigoram. Alguns desejei não ir embora.
Por mais tarde que fosse, quis essa demora.
Permeti alguns surtos entre nós dois. Mas tudo se foi.
Tentei não querer tanto um abraço teu. Teus braços em volto do meu.
Queria te sufocar por mais um minuto tênue, não, mas que mentira!
Queria esbravejar por que não me agarraraste. Não me levaste contigo!
Queria que ainda que mentirosos os teus olhares, fossem verdade.
Queria sentir teu cheiro, por mais distante que estivesse de mim.
Mas tudo se foi...
Aquele momento entre a imensidão e todas as palavras passam a nossa frente.
E calam-se os fracos, talvez, convinientes!
Os segundos fugiram apressados. Fugiram impacientemente.
E tudo aquilo que quis por para fora, ficou preso aqui
No escuro, foi apenas um murmuro!
Entre nós dois petreficou só a memória... E tudo se foi.
Tudo que quis te dizer apagou-se no sereno da aurora,
Escorregou na enseada do mar,
Dançou para outros compasos dançar...
Fica preso na minha língua: o amor que quis te dar, porque falar não poderia ser dito
Não haveria palavras!
Fica preso na minha língua: o segundo que quis te dar, todos virando horas, dias, meses, anos
Até quando o tempo achar.
Fica preso na minha língua: o teu doce sabor, que um dia se apagará!
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Foste apenas mais uma criança que apareceu em minha vida, precisando trocar as fraldas.
Sabe quando você é o tipo da pessoa que por mais sacaneada que seja não diz o tipo de coisa: “não quero mais saber de ninguém! Vou aprontar! Liberar geral!”. Não? Você é exatamente o tipo de pessoa que diz isso? Tudo bem, porém eu não sou assim. E ontem à noite levei um tapa no meu rosto sem que os dedos da mão alheia encostassem nele. E ainda assim me sinto motivada a não sacanear, aprontar geral ou ‘liberar geral’! Mas, dessa vez, como das outras vezes, o “man” conseguiu me fazer acreditar em sua conduta, comportamento, palavras (...)
Na faculdade já havia percebido seus olhares, porém tudo mundo se olha em algum lugar! Depois de algum tempo os olhares se tornarem insistentes e aquilo, realmente, me chamou a atenção. Decidi, então, retribuir com outro lance de olhares. Olhadinha ali, charminho aqui e pingo! Uma noite ele veio até mim e se apresentou – pensei comigo mesma: “nossa! Isso sim é atitude” – passamos a conversar, nos adicionamos nas redes sociais virtuais, e naturalmente ficamos. No começo achei que ele estava, verdadeiramente, interessado por vários motivos, entretanto o maior deles foi quando eu deixei claro que não queria mais ficar por que não queria me magoar e o “man” disse para continuarmos, para tentarmos (...)
Nesse meio tempo dei meu voto de confiança, mas aqueles benditos sinais começaram a surgir: ZONA DE PERIGO! São sinais de que apenas você está compartilhando sentimentos e de que o “man” só está ‘curtindo com a sua cara’. Olha só como sou ingênua: tentei segurar a mão dele uma vez na faculdade e ele a puxou imediatamente – ZONA DE PERIGO – liguei em um final de semana e me disse estar doente, prontamente, me ofereci a ir a sua casa para cuidar e lhe dar atenção. Disse que não precisava, que sua casa era longe – ZONA DE PERIGO – e na faculdade nossos amigos começaram a encarnar, falando quando nos beijaríamos em público e o “man” ficava calado – ZONA DE PERIGO – enfim, fui levando até que o intimei a ter uma conversa para esclarecer as coisas e ele? Nada! – ZONA DE PERIGO – qual é sua tolinha? Não percebeu que ai tem?
Paramos de ficar, deixei algum tempo passar, aguardei alguma atitude dele, até que pensei com os meus botões: “será que não deveria EU fazer algo? Dar um abraço apertado nele e deixar essas besteiras e comentários alheios de lado, porque afinal de contas estava com saudades dele. Estava com saudade do seu cheiro, do jeito que falava, ainda mais quando me chamava de ‘cara’ e eu o encarnava, estava com saudade, principalmente, dos seus braços, dos seus abraços”. Então ta! Voltei a ligar, chamava no MSN, e ontem à noite iria roubar um beijo, queria dar uma de menina doida e surpreende-lo, porém quem foi surpreendida fui eu! Ouvi a amiga dele dizer: “ei, sossega que o teu lance é com a _______”. Traduzindo sua burrinha: ele já está ficado com outra sabe Deus desde quando, e aquele papo de vamos tentar, quero continuar com você foi só mais um clichê dos “mans” que necessitam fazer alguém de otário. Foste apenas mais uma criança que apareceu em minha vida, precisando trocar as fraldas.
Na faculdade já havia percebido seus olhares, porém tudo mundo se olha em algum lugar! Depois de algum tempo os olhares se tornarem insistentes e aquilo, realmente, me chamou a atenção. Decidi, então, retribuir com outro lance de olhares. Olhadinha ali, charminho aqui e pingo! Uma noite ele veio até mim e se apresentou – pensei comigo mesma: “nossa! Isso sim é atitude” – passamos a conversar, nos adicionamos nas redes sociais virtuais, e naturalmente ficamos. No começo achei que ele estava, verdadeiramente, interessado por vários motivos, entretanto o maior deles foi quando eu deixei claro que não queria mais ficar por que não queria me magoar e o “man” disse para continuarmos, para tentarmos (...)
Nesse meio tempo dei meu voto de confiança, mas aqueles benditos sinais começaram a surgir: ZONA DE PERIGO! São sinais de que apenas você está compartilhando sentimentos e de que o “man” só está ‘curtindo com a sua cara’. Olha só como sou ingênua: tentei segurar a mão dele uma vez na faculdade e ele a puxou imediatamente – ZONA DE PERIGO – liguei em um final de semana e me disse estar doente, prontamente, me ofereci a ir a sua casa para cuidar e lhe dar atenção. Disse que não precisava, que sua casa era longe – ZONA DE PERIGO – e na faculdade nossos amigos começaram a encarnar, falando quando nos beijaríamos em público e o “man” ficava calado – ZONA DE PERIGO – enfim, fui levando até que o intimei a ter uma conversa para esclarecer as coisas e ele? Nada! – ZONA DE PERIGO – qual é sua tolinha? Não percebeu que ai tem?
Paramos de ficar, deixei algum tempo passar, aguardei alguma atitude dele, até que pensei com os meus botões: “será que não deveria EU fazer algo? Dar um abraço apertado nele e deixar essas besteiras e comentários alheios de lado, porque afinal de contas estava com saudades dele. Estava com saudade do seu cheiro, do jeito que falava, ainda mais quando me chamava de ‘cara’ e eu o encarnava, estava com saudade, principalmente, dos seus braços, dos seus abraços”. Então ta! Voltei a ligar, chamava no MSN, e ontem à noite iria roubar um beijo, queria dar uma de menina doida e surpreende-lo, porém quem foi surpreendida fui eu! Ouvi a amiga dele dizer: “ei, sossega que o teu lance é com a _______”. Traduzindo sua burrinha: ele já está ficado com outra sabe Deus desde quando, e aquele papo de vamos tentar, quero continuar com você foi só mais um clichê dos “mans” que necessitam fazer alguém de otário. Foste apenas mais uma criança que apareceu em minha vida, precisando trocar as fraldas.
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